Psicodélica

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Em meio aos torpores eu caço por alívios em pequenos potes. De uma pequena injetada todos os males se vão. Possessos meus pensamentos se enrolam nas próprias leis, pelas ruas eu cuspo os meus medos desacreditados.
Continuo na viagem, estou num mundo só para mim. Quando saio à noitem em bando tenho moral, e me escoro no exterior rebelde para à muitos impressionar. Aos vícios, me entrego por inteira; onde posso mergulhar num túnel colorido e fora do comum. Enfrentando a vida com ardor e urgência, eu passo correndo por aquilo que me prende. No olho do furacão eu invalido a sanidade me jogando sem limites à tudo que morfinize a realidade. Continuo na viagem, estou num mundo só para mim... e nele eu definho por conta própria.
Eu me pego ao que me faça esquecer do resto, e ponho todos os meus fracassos em canção para torná-los públicos. Eu construo hinos numa roda de alienados que resvolveram viver paralelos, e entorpecidos, pomos para fora a face interior que tanto escondemos.
Continuo na viagem, num momento indescritível. Eu flutuo na minha própria mente, eu charfundo no copo e seu líquido. E num último grito reprimido, eu gostaria de dizê-lo: "Fuja com seus medos, já não acha os meus suficientes?".


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2 comentários:

  1. Já estou seguindo. Adorei seu blog. *-* Gosto muito dos temas, aliás.

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  2. A-HA, parece que estou promovendo novos contatos por aqui (Y) rs

    Mas enfim. Se você soubesse todas as coisas que me vieram à mente enquanto lia tudo isso... foi um turbilhão. Só você mesmo ♥

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