Batalha

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   Estamos caídos pelo campo de batalha, dando uma trégua nessa guerra sem vencedor. Embora as feridas deixem marcas e o sangue se derrame pelos justos, não há ninguém que tenha forças agora para triunfar.
   Das armas que caem por terra ficam os sons dos disparos dados, das mãos que as seguraram para a luta ficam os gritos de vitória ou de dor.
   Estes corações que por aqui estão espalhados, duelam com as mentes, e contra o inferno que trás o fogo crepitante que consome suas almas. Destas cinzas que o vento carrega restam as últimas vidas por fim, mas que os túmulos que forem fincados não sejam tombados em vão.
   Que os nossos nome não sejam apagados das pedras deste campo, que nossa memória perdure e seja eterna na lembrança dos feridos, mas que o que nós lutamos e sofremos não seja esquecido, e que o amor que mesmo desmerecido faça você lembrar-se de mim.


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4 comentários:

  1. Saudações linda milayd, encantado com tuas doces obscuras escritas, convido a ti para visitar e seguir o blog que administro, seria uma honra tê-la em meus aposentos. Aguardo tua visita. Bjo gótico em teu coração

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  2. lutamos e sofremos muito na vida, mas o que fizemos ficam para sempre nas lembranças. São as únicas coisas que restam de nós para toda a eternidade, a marca daquilo que fizemos.
    abraço!

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  3. Muito obrigado Ariane, estarei sempre a tua espera no Goticus, certamente já estou seguindo teu belo espaço, estaremso sempre em contato linda guria, até breve

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  4. Me fez pensar muito em The Only One, do Evanescence. E isso me fez pensar, em seguida, que eu já ouvi muito coisas que agora raramente ouço. E por aí vai, num turbilhão de coisas menos agradáveis.

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