Cárcere

3 Comments

Esta dor amiga aninhada em meu coração
O sufoco pelo qual tanto sou torturada
Todos os pesares que me trancam na escuridão
Permanecem vigilantes para que eu esteja aprisionada.

Nenhum sol, nenhuma luz capaz de reviver
Qualquer esperança que outrora existiu
O coração sombrio demais para renascer
Certo de que foi o desamor que o partiu.

Em cárcere, corro em câmera lenta
No desespero tentando em vão me salvar
Mesmo que doa, sua existência me alimenta
Os meus fantasmas me obrigam a te amar.


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3 comentários:

  1. nusss...perfeita...muito massa msm...
    vou roubar ela pra mim i vou fazer uma musica...kkkk

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  2. Vc escreve coisas perfeitas...
    Parabens
    Bjos

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  3. Fico tão orgulhosa (ai, que metida...) quando vejo algum poema seu. Porque, sei lá, eu vejo como se você estivesse se arriscando a fazer alguma coisa que não costuma, e ainda assim se sai bem.

    Aliás, a foto é linda! ♥

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