Tormenta

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Quantas noites eu não durmo,
Com tua imagem que me assombra.
No cerrar dos olhos eu fujo,
Perseguindo tua sombra.

Tu és para mim a ferida constante,
Que no anseio de se curar, não cura.
Uma dor doce que me faz amante,
Enquanto escrava da felicidade que não dura.

Em segredo toda noite por ti choro,
No silêncio da distância que me mata.
Nessas minhas noites intermináveis, eu rogo,
Que teu coração- por um segundo- por mim bata.

Minhas lágrimas teu nome chamam,
E o meu corpo te pede um favor.
Dias e noites, sem fim, te clamam,
Por mim, um pouco de amor!

Eu adormeço envolta nesse furação,
No peito, repleto de amor perdido.
Tento te mandar embora na escuridão,
Tua lembrança fica com meu coração partido.





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Um comentário:

  1. Ainda estive vendo o clipe de November Rain ontem... acho que vou usar de epígrafe no meu próximo post.
    Mas... quanto tempo que não falo contigo. Ainda disse para a Carol, dia desses, que nem sei mais de ti. Sou mesmo muito relapsa, tsc.
    Ah!, aliás: seus poemas estão cada vez melhores. Digo isso com toda a sinceridade do mundo.

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